Saio destas minas agora, como herdeiro dos montes falídos
derradeiro das quedas de água seca
Onde o cinZa se instalou!
Que cor que sou, além das células?
Qual a virtude além da movimentação das serras?
Essas minas em breve expostas ao Sol estarão
Iluminados os chãos escavados ficarão.
Se refaz o monte,
Milênios de movimentos formados foram em vão
Para a ação do cidadão desconecto de sua natureza!
raíz urbana
encrustadas na história
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Uma mensagem aos dons...
Artista Urbano:
Não deixe de lado seu trampo constante mofando na estante se apagando,
adiante, leve o que for, um traço, uma letra, uma linha ou um ponto,
pois de ponto a ponto a trama se forma e você não se alienia, é lenta a correria,
mas, se o passo não cessa o rumo da trilha, o trampo é feito sem defeito que não possamos corrigir,
chefe e escravo de si mesmo, não há quem vá o demitir!!
Matheus Maglhães de FreitasRaízes Urbanas introdução
Aaaahh a Natureza perpetua sobre qualquer aspecto alterado de seu clima.
Nas pedras secas la em cima de um pico bem alto, resultado de um intemperismo milenar,
expostas ao sol, a chuva, os ventos, e a andanças de quaisquer seres há milênios, é o bastante
para a propagação da vida. Um pequeno buraco em meio uma dessas rochas serviu de recipiente
para algumas pequenas gotas de chuva e vestígios de poeira que carregavam em si parte de um organismo
morto de folhas e carcaça de pequenos insetos secos, ali depositados em uma posição quase que estratégica
se aconchegaram naquela rocha, e ao longo do tempo mais poeira, gotas de chuva, insetos e folhas secas, originou-se um minúsculo pigmento verde, parecendo-se com uma árvore desenhada por formiguinha,
isto deu-se ao resultado de uma luta micro-orgânica para nascer de repente como mágica no espaço o mistério da vida. Daí por diante o pigmneto cresce como se a formiga agora começasse a desenhar uma floresta, e a essa altura, ele já tem o tamanho da palma de minha mão, e se estende para fora do buraco
onde fora depositados os primeiros resquícios de adubo sobre a pedra, e resiste vagarosamente a mudanças
extremas de clima junta as rochas bem ao alto...
Nas pedras secas la em cima de um pico bem alto, resultado de um intemperismo milenar,
expostas ao sol, a chuva, os ventos, e a andanças de quaisquer seres há milênios, é o bastante
para a propagação da vida. Um pequeno buraco em meio uma dessas rochas serviu de recipiente
para algumas pequenas gotas de chuva e vestígios de poeira que carregavam em si parte de um organismo
morto de folhas e carcaça de pequenos insetos secos, ali depositados em uma posição quase que estratégica
se aconchegaram naquela rocha, e ao longo do tempo mais poeira, gotas de chuva, insetos e folhas secas, originou-se um minúsculo pigmento verde, parecendo-se com uma árvore desenhada por formiguinha,
isto deu-se ao resultado de uma luta micro-orgânica para nascer de repente como mágica no espaço o mistério da vida. Daí por diante o pigmneto cresce como se a formiga agora começasse a desenhar uma floresta, e a essa altura, ele já tem o tamanho da palma de minha mão, e se estende para fora do buraco
onde fora depositados os primeiros resquícios de adubo sobre a pedra, e resiste vagarosamente a mudanças
extremas de clima junta as rochas bem ao alto...
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